1st party data, 2nd party data e 3rd party data.

Quando o assunto é uso de dados, é imprescindível que a diferença entre 1st party data, 2nd party data e 3rd party data seja de conhecimento de todos. Essa diferença consiste basicamente na origem do dado e a maneira com ele é utilizado pelas empresas:

1st Party Data

São todos aqueles dados oriundos da relação entre empresa e seu cliente. Eles podem ser dados cadastrais ou comportamentais – relacionados tanto ao histórico de compra do cliente, quanto dados coletados durante a jornada do mesmo sem necessariamente resultar em uma atividade de compra. Exemplo: sessões acessadas no e-commerce, reclamações no SAC, acessos no Wi-Fi, compras realizadas, entre outras.

2nd Party Data

São dados oriundos de organizações parceiras que se disponibilizam em compartilhá-los com sua empresa. Normalmente, esse cenário acontece em empresas não concorrentes, de diferentes segmentos. O valor deste tipo de dado está na amplitude de poder conhecer o seu cliente e seu comportamento, além do ecossistema da sua própria marca.

3rd Party Data

Diferente do 2nd Party Data, o 3rd Party, não são compartilhados entre duas empresas, mas você pode utilizá-los de maneira paga para realizar ações de propaganda. Esses dados são em maior parte anonimizados, capturados e geridos por uma empresa terceira. Ela pode ser complementar a sua 1st Party por possuir um volume maior de dados, garantindo que você possa impactar uma audiência maior do que já detém.

Não é novidade que existe um movimento de mercado em que a importância do uso dos dados primários vem se destacando dentro as organizações. Isso porque, na medida em que as equipes de marketing captam dados, identificando comportamento e entendendo cada vez mais a jornada do cliente dentro do seu ecossistema, elas obtém o que chamamos de propriedade sobre a audiência.

Conhecer profundamente sobre sua base de clientes, permitindo que as relações se construam com maior engajamento, é fundamental para obter determinados resultados, tais como o aumento do ticket médio dos clientes com as marcas, o aumento da relevância da empresa no dia-a-dia dos seus consumidores e a retenção de clientes que já tiveram alguma experiência com a empresa, evitando que os mesmos migrem para a concorrência em uma outra oportunidade.  

Sem falar, é claro, que as leis de proteção aos dados inevitavelmente valorizam aquilo que é oriundo da a troca direta (e autorizada) com sua base de clientes. É quando surge a necessidade de pensar em formas de enriquecer esta troca com sua base de consumidores, ou seja, eles compartilhando dados com sua empresa, e você gerando benefícios, curadoria e tornando-se mais relevante.

Considerando o cenário acima, a pergunta que fica é: quais os dados você tem hoje, que proporcionariam uma relação mais próxima e mais relevante para seus consumidores?

Diferença entre Aquisição x Retenção          

Vamos a prática!

Sua empresa investe em ações de aquisição de clientes diariamente. Você investe com redes sociais, mídia tradicional (rádio, televisão, revistas, jornais), sem falar naquelas ações pontuais como eventos, workshops, entre outros tantos recursos disponíveis para aproximar pessoas do seu negócio. Perfeito. Isso é fundamental.

A questão é: faz sentido você investir seu budget de marketing para impactar pessoas e, na medida em que elas se tornam clientes, realizar os mesmos investimentos nos mesmos canais de aquisição para impactá-las novamente? É aí que entra a fase de retenção – e o sucesso dessa etapa só é possível se houver uma boa gestão dos seus dados e, consequentemente, total propriedade sobre sua audiência.

Separamos 5 dicas para você consolidar sua audiência e torná-la o maior ativo do seu negócio.

  1. Identifique os pontos de contato do cliente com sua empresa e onde os dados de cada ponto são armazenados.

 O ERP, Wi-Fi, SAC, sistema financeiro, comandas, pesquisas, e-commerce, eventos, acessos no app, formulários, enfim, são exemplos de fontes ricas de dados e podem ser utilizados para personalizar a experiência com cada um dos seus clientes. É preciso entender toda a jornada do cliente com sua marca e pensar de forma criativa pontos de contatos para identificação de tais comportamentos.

  • Consolide todos os dados em uma única visão do cliente.

Os exemplos de canais acima só agregam valor no seu negócio, caso eles estejam consolidados e conversem entre si. Caso contrário, são formados o que chamamos de silos de dados. O segundo passo para construir uma audiência valiosa e relevante, é garantir que há uma visão única do cliente, independente do ponto de contato deste.

  • Seja relevante;

Caso você busque construir uma audiência engajada com sua marca, a empresa deve ser relevante para o cliente. Ou seja, deve produzir conteúdo relevante, educando e nutrindo o mercado com informações atreladas ao seu negócio, além de gerar benefícios e realizar curadoria antes de compartilhar algum tipo de oferta.

Em uma época onde as leis de proteção aos dados resguardam cada vez mais os dados, os clientes apenas os compartilharão com marcas que forem relevantes no seu dia-a-dia.

  • Personalize a experiência de cada um dos seus consumidores;

Como consequência de uma gestão efetiva e organizada dos dados, a visão única de cada cliente permite que os profissionais de marketing segmentem sua base conforme perfil e comportamento semelhantes. Por exemplo, a comunicação do seu negócio pode variar conforme idade, geolocalização, gênero, histórico de compra, perfil de consumo, estabelecendo mais frequentado, ticket médio ou diversas variáveis acima misturadas.

Essa personalização permite que os conteúdos sejam mais relevantes e as ofertas mais assertivas.

  • Cultura do Customer-Centric em todas as áreas do seu negócio.

Não somente para profissionais de marketing, mas para todas as áreas da sua empresa, é fundamental que o uso de dados esteja presentes em todas as decisões estratégicas e que as mesmas ocorram visando uma melhor experiência do cliente.

Sua audiência só terá o real valor, caso os dados disponíveis sejam insumo para tomada de decisões e personalização da relação com o cliente, gerando maior engajamento dos mesmos com sua marca. Isto é, ofertar o produto

A Iris ajuda empresas a coletarem, organizarem e a utilizarem os dados dos seus clientes no dia-a-dia para criar uma experiência única com seus consumidores. Se interessou em saber como trabalhamos? Estamos 1000% a disposição para conversarmos 🙂

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